Magra de ruim: género, sexualidad y autoficción
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Palabras clave

narrativas gráficas
autobiografía
género
sexualidad
feminismo

Cómo citar

PAIM, M. S. Magra de ruim: género, sexualidad y autoficción. Veredas: Revista da Associação Internacional de Lusitanistas, [S. l.], n. 31, p. 86–98, 2020. DOI: 10.24261/2183-816x0531. Disponível em: https://www.revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/637. Acesso em: 21 abr. 2026.

Resumen

El objetivo de éste artículo es analizar las representaciones de género y sexualidad presentes en la publicación Magra de ruim, de la autoría de Sirlanney Nogueira y editada en forma impresa en 2014. El volumen reúne una gran parte de su trabajo como guionista e ilustradora publicado inicialmente en línea y en diferentes zines entre 2012 y 2014. Magra de ruim se escapa a aquellas clasificaciones sistemáticas en las que se solía agrupar las narrativas gráficas y utiliza distintas técnicas y procedimientos para crear una narrativa que es atravesada por múltiples cuestiones, como el cuerpo, el deseo, el placer, la soledad, la familia, la autonomía femenina o las relaciones afectivo-sexuales. En éstas narrativas podemos incluso resaltar la elaboración de un discurso que puede ubicarse como parte del feminismo y que además de romper con muchas de las construcciones sociales por las cuales se trata de aprehender la experiencia femenina, señala las constantes reelaboraciones de sí misma, desde una in-scrita de trazos y relatos biográficos.

https://doi.org/10.24261/2183-816x0531
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