Resumen
Habiendo sido considerados durante mucho tiempo como una forma de entretenimiento infantil, los cómics han ocupado un gran espacio en las discusiones sobre el aprendizaje de la lectura, debido sobretodo a su estructura narrativa imagético-textual y a su gran popularización en el mercado. Como contrapunto, también se desarrolló un concepto de narrativa adulta que despertó interés académico, por presentar un lenguaje híbrido, con capacidad de integración y convergencia con otras áreas, como la literaria. Este artículo busca analizar algunas fronteras inferenciales entre las historietas gráficas clasificadas como infantiles y adultas, usando como referencia la novela gráfica Piteco — Ingá, que hace una relectura del universo infantil de Mónica y su pandilla y de conceptos de autores como Eisner, McCloud, Dell'Isola o Marcuschi.
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