Entre fragmentaciones identitarias y estructurales: la novela contemporánea de Adriana Lisboa
Capa Veredas n. 30
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Palabras clave

postmodernidad
estructura narrativa
fragmentación
identidades
Adriana Lisboa

Cómo citar

SILVA, M. C. da; ZOLIN, L. O. Entre fragmentaciones identitarias y estructurales: la novela contemporánea de Adriana Lisboa. Veredas: Revista da Associação Internacional de Lusitanistas, [S. l.], n. 30, p. 147–160, 2019. DOI: 10.24261/2183-816x1030. Disponível em: https://www.revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/557. Acesso em: 20 abr. 2026.

Resumen

Este artículo trata de realizar algunas reflexiones sobre la novela contemporánea, señalando para el hecho de que la misma replica el contexto post moderno que emerge en el modo en el que la identidad y los elementos estructurales fragmentados son representados. Ello implica afirmar que las formas épicas que las han ilustrado durante muchos años y el propio acto de narrar hayan tenido que adaptarse a la instabilidad del tiempo, através de narradores híbridos, no confiables, de omnisciencia selectiva o relativizada, flujo de consciencia, fragmentación espacial, estructural y temporal; entre otras características de la novela contemporánea, que en numerosas ocasiones impone dificultades a las clasificaciones tradicionales. De este modo, con base en las ponderaciones de teóricos e investigadores como Adorno (2003), Rosenfeld (1973), Bauman (2001) y Hall (2011), entre otros, nuestro objetivo es problematizar esas cuestiones utilizando como corpus principal del análisis las novelas Rakushisha (2007) y Hanói (2013), de Adriana Lisboa.

https://doi.org/10.24261/2183-816x1030
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